Professores e professoras irão a Brasília ajudar a barrar as reformas

 

Realizamos no dia 28 de abril a maior GREVE GERAL da história do país. Em todos os estados e em mais de 250 municípios greves e manifestações responderam ao chamado unitário das centrais sindicais, envolvendo cerca de 40 milhões de trabalhadores de todos os setores econômicos.

No dia 24 de maio, as centrais sindicais estão convocando os trabalhadores para ocupar Brasília em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista, com a realização de uma grande marcha na capital.

Antes, no dia 17 de maio, realizaremos uma mobilização no Congresso Nacional, com a participação de todas as Centrais Sindicais.

Temos que continuar pressionando os parlamentares em suas bases eleitorais nos Estados.

A Feteerj e os sindicatos filiados estão participando da mobilização.

 

A 2ª GREVE GERAL VEM AÍ

Devemos dar uma grande demonstração de força durante a votação da reforma da previdência, com o objetivo de derrotá-la na Câmara dos Deputados. Será também nossa advertência para o Senado rejeitar a reforma trabalhista.

As centrais sindicais, na sequência, vão discutir a data para a segunda GREVE GERAL, que deverá ocorrer no final de maio ou início de junho.

Os professores e professoras do estado do Rio de Janeiro têm que preparar a mobilização para esses eventos. Nossa categoria fez bonito e participou ativamente da greve geral do dia 28 de abril – leia a matéria sobre a greve do dia 28/04.

A pressão direta nas bases eleitorais dos parlamentares que apoiam as reformas trabalhista e da previdência também tem produzido resultados concretos. Os parlamentares estão ficando cada vez mais incomodados vendo suas fotos pregadas em postes, expostas nas redes sociais ou em outdoors como inimigos da classe trabalhadora. Estão cada vez mais constrangidos com as manifestações nos aeroportos e com a imensidão de mensagens que continuam recebendo diariamente em seus gabinetes.

Aqui no nosso estado, metade da bancada votou contra a reforma trabalhista, inclusive deputados da base do governo, em um sinal de que a pressão dos trabalhadores está surtindo efeito.

Apesar do projeto da reforma trabalhista ter passado na Câmara dos Deputados, ainda tem muita luta no Senado e na eventual volta do processo para a Câmara os Deputados. Por isso, nossa pressão direta sobre os parlamentares em suas bases eleitorais poderá ser decisiva neste resultado.

A prioridade dessa pressão deve ser sobre os parlamentares indecisos para que se posicionem contra as reformas. Devemos continuar conversando com seus cabos eleitorais nos municípios (vereadores, prefeitos, pessoas que trabalharam para eles nas últimas eleições) e dar o recado: serão denunciados como inimigos da classe trabalhadora se votarem a favor das reformas. Devemos ainda continuar enviando mensagens diretamente a seus gabinetes, usando os recursos existentes.

Aqui você terá acesso ao Face dos deputado que votaram a favor da reforma trabalhista. Vamos encher a “time line” deles de comentários contra as reformas, exigindo que, dessa vez, votem contra a reforma da previdência ou não vão se reeleger.

É o futuro da nação brasileira e da classe trabalhadora que a constrói que estão em jogo neste momento histórico.

NENHUM DIREITO A MENOS!

NÃO À REFORMA TRABALHISTA E À REFORMA DA PREVIDÊNCIA!

FORA TEMER!