O país chegou a um ponto em que de um lado está um presidente com 3% de aprovação da população e que se escora em um apoio dia a dia menor entre os deputados e senadores.

No entanto, é por esse presidente que a maioria dos senadores, até agora, quer aprovar uma reforma que destrói a legislação que vem protegendo os trabalhadores desde a década de 40, uma legislação considerada moderna por todos os países civilizados; uma legislação necessária devido ao alto grau de concentração de renda de nosso país, em que os patrões, historicamente, sempre querem ter um lucro desmesurado em cima do trabalhador.

É para esse presidente que uma maioria simples – e por isso mesmo mais fácil de ser conquistada – de senadores quer entregar uma reforma trabalhista para ser sancionada, sem mudanças; uma reforma toda feita ao bel entender de megaempresários e latifundiários, sem apreço pela criação de um mercado interno forte, com uma classe média forte, com um poder de compra digno.

É para esse presidente, cada vez mais encalacrado por terríveis acusações de corrupção (acusações comprovadas materialmente, diga-se de passagem), que a maioria do Senado quer aprovar essa proposta de reforma trabalhista, ajudando-o a se manter no poder – mesmo que por mais uma semana, por mais um mês.

Por que essa sanha tão voraz para aprovar uma reforma que a maioria avassaladora da população não quer?

Por que essa pressa para aprovar uma reforma trabalhista e da Previdência que não foram sequer discutidas na campanha eleitoral a presidente de 2014 pelo candidato da oposição, o corrupto Aécio?

A população não votou em 2014 nos deputados e pra presidente em um programa que contivesse essas reformas. Mesmo porque, quem apoiasse tais reformas à época não seria eleito.

Ou seja, trata-se de um golpe que os setores privilegiados estão aplicando no povo brasileiro, aproveitando-se da derrubada da presidente Dilma, democraticamente reeleita em 2014 – uma presidente, é bom lembrar, que nunca aprovaria tais reformas.

Então porque devemos aceitar goela abaixo essas reformas?

Não devemos! Por isso, a Feteerj e os Sindicatos filiados orientam os professores e professoras das escolas particulares pressionarem os senadores que estão a favor da reforma trabalhista.

As redes sociais agora serão fundamentais! Entre no Facebook e inunde de mensagens as contas dos senadores a seguir, exigindo que eles não aprovem a reforma trabalhista.

Essa é uma luta que não é apenas do interesse direto dos professores das escolas particulares, mas do interesse de todas as gerações de brasileiros que ainda estão começando no mercado de trabalho ou que nem começaram a trabalhar – essa é uma luta que interessa a toda a sociedade!

Por isso, envie mensagens aos senadores que até agora vêm votando a favor das reformas ou que ainda não se pronunciaram, como o senador Romário, do Rio – enviem mensagens para eles, exigindo que eles não aprovem a reforma trabalhista (você pode clicar no nome que irá para o endereço do senador no Face ou, se preferir, pode copiar e colar a URL, que está ao lado) e também lembrando que ano que vem tem eleição e o partido desse senador vai se queimar, se votar a favor:

Armando Monteiro – https://www.facebook.com/armandomonteironeto
Benedito de Lira – https://www.facebook.com/BeneditodeLira
Cidinho Santos – https://www.facebook.com/CidinhoSantos.br
Eduardo Lopes – esse é do Rio! – https://www.facebook.com/eduardolopesprb
Jader Barbalho (é oposição a Temer, mas apoia a reforma. Tem que ser pressionado a mudar o voto)- https://www.facebook.com/JaderpeloPara
Maria do Carmo Alves – https://www.facebook.com/mariadocarmo251
Marta Suplicy – https://www.facebook.com/SenadoraMarta
Paulo Bauer – https://www.facebook.com/paulobauer
Roberto Rocha – https://www.facebook.com/robertorocha400
Simone Tebet – https://www.facebook.com/simonetebet
Valdir Raupp – https://www.facebook.com/senadorrauppro
Wilder Morais – https://www.facebook.com/wildermorais
Lasier Martins – https://www.facebook.com/LasierMartinsOficial
Senador Romário (PDT) – clique aqui para acessar o face dele.