Derrota feia do governo há pouco que queria votar ainda hoje o regime de urgência para o projeto de lei 6787/2016, o da reforma trabalhista. Apenas 230 deputados votaram a favor – o governo precisava de 257 votos – e 163 contra. Agora o PL volta à comissão de origem e terá que seguir normalmente o processo no plenário e ser votado após 5 sessões. Isso se o presidente da casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), não tentar repetir a votação do pedido de urgência do mesmo PL ainda na sessão de hoje ou na de amanhã, como fazia o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, atualmente preso em Curitiba – mas para tentar fazer isso Maia terá que conseguir pelo menos mais 30 votos, alem de derrubar a obstrução dos partidos de oposição. 

 

DO SITE DA CÂMARA: O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, por insuficiência de votos, o requerimento de urgência para o projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16). Eram necessários 257 votos favoráveis, mas o requerimento obteve apenas 230 votos e 163 contrários.

Após a votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, encerrou a sessão e convocou outra para logo em seguida. Em pauta, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 343/17, sobre a recuperação fiscal dos estados endividados.

Os deputados registram a presença no painel eletrônico para alcançar o quórum necessário ao início da Ordem do Dia, também de 257 deputados.